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Disfunção Erétil e Perigo de Doença Cardiovascular

Disfunção Erétil e Perigo de Doença Cardiovascular: A disfunção erétil (DE) pode ser um sinal de alerta de doença cardiovascular. Muitos estudos já apontam que homens com essa condição tem aproximadamente 40% de risco de também apresentarem alguma doenças do coração.

Os urologistas da Clínica Mattos querem que os homens saibam que a DE pode ser mais do que apenas uma questão sexual – pode ser um indicador precoce da doença cardíaca. Para isso, continue a leitura de nosso artigo.

Disfunção Erétil e Perigo de Doença Cardiovascular

A disfunção erétil é caracterizada pela dificuldade ou incapacidade frequente de obter uma ereção. Essa condição não afeta apenas a saúde física do homem, mas também a emocional, algumas vezes pode gerar problemas conjugais.

A DE aflige aproximadamente 59% dos brasileiros e tem duas causas principais, as orgânicas e as emocionais. A primeira pode derivar de problemas de saúde adjacentes, já a segunda pode ser originada por estresse excessivo e preocupações do dia-a-dia.

“Sabemos que doenças vasculares como a aterosclerose (envelhecimento das artérias), hipertensão arterial (pressão arterial elevada) e colesterol elevado podem afetar os vasos sanguíneos, restringindo o fluxo adequado de sangue para o coração, cérebro e pênis – no caso de DE.”, diz o Dr Mário Mattos.

Alguns estudos mostraram uma ligação direta entre Disfunção Erétil e Perigo de Doença Cardiovascular. Os riscos de um paciente com DE sofrer de angina e/ou infarto do miocárdio chega a ser 80% maior em comparação com pessoas sem problemas de ereção.

Os homens que experimentam disfunção erétil devem ter uma avaliação médica completa. Este cuidado é importante para descartar doenças cardiovasculares como causa de um problema erétil.

A Aterosclerose e o Acúmulo de Colesterol

A aterosclerose e o acúmulo de colesterol nos vasos sanguíneos causam uma desaceleração do fluxo sanguíneo.

A aterosclerose afeta não apenas os vasos sanguíneos que abastecem o coração. Mas também os vasos sanguíneos que vão até o pênis, prejudicando a Fisiologia da Ereção Peniana. Em muitos casos, DE é um sinal de alerta de um evento cardíaco futuro, como um ataque isquêmico do coração ou do cérebro.

“A disfunção erétil em curso é muitas vezes um sinal de uma condição de saúde subjacente que deve ser abordada com seu médico. Não apenas por razões sexuais, mas para sua saúde geral”, acrescenta Dr. Marcus Mattos.

O Tratamento

Ao contrário do que muitos pensam, a disfunção erétil é uma condição que pode e deve ser tratada. Apesar de acometer cerca de 35% da população masculina acima dos 60 anos e 50% acima dos 70, a impotência sexual pode ser percebida em qualquer idade. Principalmente após os 40 anos.

Depois de uma consulta médica, seu diagnóstico pode ser confirmado. A partir daí, você e seu médico deverão discutir as opções de tratamento. Em alguns casos, será recomendado o uso de medicamentos por via oral. Já em outros o tratamento poderá ser à base de medicamentos injetáveis. Soluções transdérmicas, medicamentos alternativos e dispositivos de vácuo também podem ajudar.

Em casos mais avançados. Ou quando os recursos terapêuticos menos agressivos não apresentam resultados, a opção cirúrgica de implante de prótese peniana será discutida. Não deixe de procurar seu urologista de confiança. Sua saúde sexual pode ser restaurada plenamente.

Referência: Mayo Clinic

Artigo Publicado em: 17 de fevereiro de 2019 e Atualizado em 24 de julho de 2020

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