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Baixos níveis de testosterona

Baixos Níveis de Testosterona e Ginecomastia

Publicado: 15 de maio de 2026

Artigos Baixo Nível de Testosterona Urologia

Dr. Mário Henrique Elias De Mattos

Urologista
Dr. Mário Henrique Elias De Mattos
CRM - 94732


Baixos níveis de testosterona e ginecomastia estão diretamente relacionados ao desequilíbrio hormonal no organismo masculino e podem causar alterações físicas que impactam tanto a saúde quanto a autoestima. Quando a testosterona diminui e o estrogênio passa a ter maior influência, o crescimento do tecido mamário pode ocorrer, levando ao desenvolvimento da ginecomastia.

Continue a leitura deste artigo e entenda melhor como os baixos níveis de testosterona podem causar ginecomastia, quais são os sintomas associados, como é feito o diagnóstico e quais são as opções de tratamento.

Os Baixos Níveis de Testosterona

A testosterona é um hormônio natural responsável por características físicas masculinas e também afeta o desejo sexual e o humor de um homem. Quando ocorre a queda desse hormônio, condição chamada de hipogonadismo, o organismo pode apresentar sintomas como:

  • Redução da libido;
  • Disfunção erétil;
  • Cansaço excessivo;
  • Perda de massa muscular;
  • Aumento de gordura corporal;
  • Alterações de humor.

Os baixos níveis de testosterona podem ocorrer por envelhecimento natural, obesidade, doenças hormonais, uso de medicamentos ou alterações testiculares.

A Ginecomastia

O corpo masculino produz testosterona e estrogênio, embora o último seja, geralmente, encontrado em níveis mais baixos. Se os níveis de testosterona de um homem forem especialmente baixos em comparação com o estrogênio, ou se houver excesso de atividade de estrogênio em relação à testosterona, podem causar a ginecomastia.

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A ginecomastia é o aumento do tecido mamário em homens causado pelo desequilíbrio entre testosterona e estrogênio. Diferente do simples acúmulo de gordura (pseudoginecomastia), na ginecomastia verdadeira, há crescimento da glândula mamária, podendo afetar uma ou ambas as mamas e, em alguns casos, causar dor ou sensibilidade.

Graus de Ginecomastia

Geralmente, essa condição pode ser dividida em três graus, sendo eles:

  • Grau 1 – surgimento de uma massa de tecido glandular mamário concentrado, junto a um botão ao redor da aréola, sem a existência do acúmulo de pele ou gordura;
  • Grau 2 – massa de tecido mamário difusa, podendo haver acúmulo de gordura;
  • Grau 3 – massa de tecido mamário bastante difusa, podendo haver, além do acúmulo de gordura, excesso de pele na região.

Quando os meninos atingem a puberdade e há uma mudança notável na atividade hormonal no corpo, a ginecomastia pode aparecer. No entanto, pode resolver-se com tempo e sem tratamento. O excesso de tecido mamário pode ser igual em ambos os seios ou pode haver mais em uma mama do que na outra.

Grupo de Risco para Ginecomastia

Mesmo que o estrogênio esteja dentro de níveis considerados normais, a queda da testosterona altera a proporção entre os hormônios. Isso permite que o estrogênio tenha maior ação sobre o tecido mamário, estimulando seu crescimento. Alguns fatores aumentam o risco de desenvolver ginecomastia associada à testosterona baixa:

  • Idade avançada;
  • Obesidade;
  • Uso de anabolizantes;
  • Doenças hepáticas;
  • Distúrbios hormonais;
  • Uso de certos medicamentos.

A avaliação médica é essencial para identificar a causa específica em cada caso.

Diagnóstico e Tratamento

O diagnóstico envolve avaliação clínica detalhada e exames laboratoriais, por isso, seu médico pode solicitar:

  • Dosagem de testosterona total e livre;
  • Níveis de estrogênio;
  • Hormônio luteinizante (LH);
  • Hormônio folículo-estimulante (FSH);
  • Prolactina.

Em alguns casos, exames de imagem, como ultrassonografia mamária, podem ser indicados para diferenciar ginecomastia de outras condições. Como o tratamento vai depender exclusivamente da causa identificada anteriormente durante o diagnóstico, algumas das principais opções são:

  • Reposição Hormonal: quando confirmado o hipogonadismo, pode ser indicada a reposição de testosterona, sempre com acompanhamento médico;
  • Mudanças no estilo de vida: perda de peso e atividade física ajudam a reduzir a conversão de testosterona em estrogênio;
  • Suspensão de medicamentos: se a causa estiver associada a medicamentos ou anabolizantes, a interrupção pode ser necessária;
  • Cirurgia: em casos persistentes ou com grande impacto estético, a cirurgia para correção da ginecomastia pode ser indicada.

Quando o principal fator é o desequilíbrio hormonal, o tratamento pode ser realizado com base na regularização dos mesmos. É comum que, nesses casos, sejam prescritos medicamentos anti-estrogênicos, capazes de bloquear os efeitos dos hormônios femininos no corpo masculino.

À medida que os níveis de testosterona caem em homens mais velhos, a ginecomastia pode se desenvolver e persistir, a menos que seja tratada. A ginecomastia afeta cerca de 1 em cada 4 homens entre 50 e 80 anos. A condição, normalmente, não é prejudicial ou grave. Em alguns casos, pode resultar em tecido de mama dolorido.

Para mais informações, consulte seu médico urologista de confiança para que juntos possam estabelecer um quadro completo da sua condição, oferecendo a melhor forma de tratamento possível.

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Artigo Publicado em: 18 de fevereiro de 2019 e Atualizado em 15 de maio de 2026

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